Ele trabalha há quatro anos e meio em uma das garagens da Transwolff, a CF. Ninguém o conhece pelo nome. Ele exerce uma das funções mas importantes na ponta.

Todos o chamam de Piu, apelido que herdou ainda criança do tio, pois quando via o carro do ‘pintinho’ entrar na rua corria para achar uma garrafa ou uma panela velha e trocar pela ave.

O funileiro Edilson Carlos Soares, 47 anos, apelido que herdou do tio por não poder ver o carro do “pintinho” que já pegava um garrafão de cinco litros vazio, uma garrafa e até panela velha.

“Apelido é aquela coisa quando pega já era, mas foi um apelido carinhoso ainda mais quando vem do meu tio, que é um amor de pessoa.”

O agente operacional André Danilo Mendonça elogia o amigo de trabalho. Para ele, Piu é um dos melhores profissionais do setor. “Ele faz com amor o serviço. Ele é dedicado e focado no trabalho. Tenho muita satisfação de trabalhar indiretamente com ele”, elogia. “Ele é comprometido”, completa.